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domingo, 1 de setembro de 2013
Filmes VS Bandas sonoras...
Há muito um projecto adiado!
Quem me conhece, sabe que adoro filmes, TODOS!
É dificil, para mim ,destacar o melhor filme...aliás até acho impossivel... SIMPLESMENTE NÃO HÁ O MELHOR FILME :) para mim, são TODOS, todos têm algo para nos ensinar, uma mensagem para nos transmitir,uma imagem, sentimentos, partilha e MUSICA!
Não posso dizer que sou uma grande conhecedora de cinema,mas acho, que tenho alguma cultura cinéfila e algo que me tem deslumbrado, nos filmes que vou vendo ,são as excelentes bandas sonoras que vou descobrindo.
há filmes mesmo, que as bandas sonoras são TUDO, ou pelo menos têm um peso muito grande ,para nós espectadores percebermos a ideia que o realizador nos quer mostrar..
Recordo um desses filmes em que a banda sonora tem uma importancia fundamental e é talvez, um dos primeiros filmes em que esse peso é notório.. convido-os a verem-no!
De futuro vou partilhar os filmes que vou vendo e as suas bandas sonoras!
Beijinhos!
domingo, 5 de maio de 2013
the end...
Sempre gostei do rugido do leão no inicio dos filmes...apaixonou-me...
mas tambem me apaixonou aquelas letras trabalhadas THE END....
THE END!
mas tambem me apaixonou aquelas letras trabalhadas THE END....
THE END!
domingo, 7 de abril de 2013
Uma QUALQUER narrativa...
Na maneira de actuar, o seu exemplo era admirável. Dava-se bem com todos. Fazia-o de tal modo que, à primeira vista, parecia o mais fácil e natural deste mundo. Parecia ser muito feliz — notava-se no optimismo à prova de fogo — e era evidente que não procurava essa felicidade no estreito mundo do egoísmo. Todos — sem excepção — pareciam cair-lhe bem e ele, sem grande esforço, era estimado por quase toda a gente.
Um dia, um amigo perguntou-lhe como era possível que gostasse com tanta facilidade de todas as pessoas que tinha à sua volta. Isso não parecia muito “normal” nem era, nos dias que correm, uma atitude comum. Como era possível que ninguém o irritasse de vez em quando. Como era possível que não cedesse, alguma vez, ao espírito crítico — espírito que nos acompanha sempre: desde o momento em que tomamos consciência de quem somos até ao último dia da nossa vida.
A sua resposta deixou o amigo pensativo. «Como te deixas levar pelo simplório erro de pensar que eu sempre me sinto bem com toda a gente? Claro que não. No entanto, a estima pelos outros não é uma questão de sentimentos. A caridade genuína não se sente: põe-se em prática».
E então, como quem sabe aquilo que diz porque o vive, acrescentou com simplicidade: «Actuar é sempre a melhor forma de querer as pessoas como são. Se ajudamos os outros de verdade — sem interesses ocultos ou segundas intenções — acabamos de facto por gostar deles. Apercebemo-nos da grandeza do seu modo de ser que, em todo o ser humano, é sempre único e irrepetível».
Esta sábia resposta faz-nos chegar a uma natural conclusão: não é possível gostarmos de verdade dos outros se nos deixamos levar somente pelos sentimentos. Porque o vento dos sentimentos é muito instável: ora sopra para um lado, ora sopra para o outro, ora não sopra; ora é impetuoso, ora é ameno; ora é uma brisa, ora é uma tempestade.
É verdade que o amor autêntico possui, muitas vezes, manifestações sentimentais. Nunca gostaremos verdadeiramente de ninguém se cultivamos um modo de ser frio e distante — um modo de ser egoísta. São infelizes aquelas pessoas que parecem não ter coração. Mais tarde, descobrimos que possuem um coração raquítico que ficou assim por estar centrado somente neles próprios. O caminho do egoísmo pode apresentar-se, na aparência, como uma estrada ampla e confortável. Contudo, não nos enganemos nem nos deixemos ludibriar: o egoísmo termina sempre num beco sem saída.
No entanto, também é verdade que seria um erro funesto confundir o amor com o sentimento. A essa confusão, comum hoje em dia, chama-se sentimentalismo. O sentimentalismo é uma deformação do amor bastante perigosa. Leva uma pessoa a pôr o emocional por cima do racional; a pensar com o coração em vez de pensar com a cabeça.
Algumas vezes, os sentimentos posicionam-se contra o verdadeiro amor — e mentem com quantos dentes têm na boca: e têm muitos. O amor genuíno nunca mente; os sentimentos, sim, podem mentir. Nesse caso, amar de verdade significa não nos deixarmos conduzir por esses sentimentos desordenadas do nosso coração.
Um dia, um amigo perguntou-lhe como era possível que gostasse com tanta facilidade de todas as pessoas que tinha à sua volta. Isso não parecia muito “normal” nem era, nos dias que correm, uma atitude comum. Como era possível que ninguém o irritasse de vez em quando. Como era possível que não cedesse, alguma vez, ao espírito crítico — espírito que nos acompanha sempre: desde o momento em que tomamos consciência de quem somos até ao último dia da nossa vida.
A sua resposta deixou o amigo pensativo. «Como te deixas levar pelo simplório erro de pensar que eu sempre me sinto bem com toda a gente? Claro que não. No entanto, a estima pelos outros não é uma questão de sentimentos. A caridade genuína não se sente: põe-se em prática».
E então, como quem sabe aquilo que diz porque o vive, acrescentou com simplicidade: «Actuar é sempre a melhor forma de querer as pessoas como são. Se ajudamos os outros de verdade — sem interesses ocultos ou segundas intenções — acabamos de facto por gostar deles. Apercebemo-nos da grandeza do seu modo de ser que, em todo o ser humano, é sempre único e irrepetível».
Esta sábia resposta faz-nos chegar a uma natural conclusão: não é possível gostarmos de verdade dos outros se nos deixamos levar somente pelos sentimentos. Porque o vento dos sentimentos é muito instável: ora sopra para um lado, ora sopra para o outro, ora não sopra; ora é impetuoso, ora é ameno; ora é uma brisa, ora é uma tempestade.
É verdade que o amor autêntico possui, muitas vezes, manifestações sentimentais. Nunca gostaremos verdadeiramente de ninguém se cultivamos um modo de ser frio e distante — um modo de ser egoísta. São infelizes aquelas pessoas que parecem não ter coração. Mais tarde, descobrimos que possuem um coração raquítico que ficou assim por estar centrado somente neles próprios. O caminho do egoísmo pode apresentar-se, na aparência, como uma estrada ampla e confortável. Contudo, não nos enganemos nem nos deixemos ludibriar: o egoísmo termina sempre num beco sem saída.
No entanto, também é verdade que seria um erro funesto confundir o amor com o sentimento. A essa confusão, comum hoje em dia, chama-se sentimentalismo. O sentimentalismo é uma deformação do amor bastante perigosa. Leva uma pessoa a pôr o emocional por cima do racional; a pensar com o coração em vez de pensar com a cabeça.
Algumas vezes, os sentimentos posicionam-se contra o verdadeiro amor — e mentem com quantos dentes têm na boca: e têm muitos. O amor genuíno nunca mente; os sentimentos, sim, podem mentir. Nesse caso, amar de verdade significa não nos deixarmos conduzir por esses sentimentos desordenadas do nosso coração.
terça-feira, 26 de março de 2013
Fim das pequenas férias...
Já em casa depois de umas pequenas férias em Londres com amigos.
É sempre bom regressar a Londres, uma cidade que me encanta, desta vez vista numa prespectiva diferente das minhas anteriores idas..mas que também me agradou.
O que ficou gravado na minha memória e que recordo já com saudade e carinho aquele momento em que rimos até as lagrimas,no Elephants Head ( um bar pitoresco, boa musica, bom ambiente ..um sitio A VOLTAR) sim estavamos bem felizes e em sintonia, e rimos contentes de tudo e de nada....foi um momento muito muito muito bom que pretendo guardar junto de todas as coisas ESPECIAIS e que independentemente do que acontecer me deu uma certeza e medo ao mesmo tempo.
Outro momento que ficou..o pequeno almoço, (o meu primeiro pequeno almoço tipicamente ingles, bem..que não era tão tipico assim e alem disso ..como dizes..um pequeno almoço ingles tem que ter sempre os famosos feijões que eu nao gosto e que tu acutilantemente me criticas) naquele sitio tão pitoresco ( que toda a gente sabe que adoro coisas e sitios pitorescos) em Camden ROAD numa manhã muito muito fria a cair neve....um momento que nunca vou esquecer....
Foram dias muito bons em que o tempo passou rapido, ou pelo menos foi essa a minha sensação...sempre que se passa bons momentos parece que o tempo corre mais rapido.
Destaquei 2 momentos dos muito bons que vivi.
A música que ficou deve-se a ti minha grande amiga,
É sempre bom regressar a Londres, uma cidade que me encanta, desta vez vista numa prespectiva diferente das minhas anteriores idas..mas que também me agradou.
O que ficou gravado na minha memória e que recordo já com saudade e carinho aquele momento em que rimos até as lagrimas,no Elephants Head ( um bar pitoresco, boa musica, bom ambiente ..um sitio A VOLTAR) sim estavamos bem felizes e em sintonia, e rimos contentes de tudo e de nada....foi um momento muito muito muito bom que pretendo guardar junto de todas as coisas ESPECIAIS e que independentemente do que acontecer me deu uma certeza e medo ao mesmo tempo.
Outro momento que ficou..o pequeno almoço, (o meu primeiro pequeno almoço tipicamente ingles, bem..que não era tão tipico assim e alem disso ..como dizes..um pequeno almoço ingles tem que ter sempre os famosos feijões que eu nao gosto e que tu acutilantemente me criticas) naquele sitio tão pitoresco ( que toda a gente sabe que adoro coisas e sitios pitorescos) em Camden ROAD numa manhã muito muito fria a cair neve....um momento que nunca vou esquecer....
Foram dias muito bons em que o tempo passou rapido, ou pelo menos foi essa a minha sensação...sempre que se passa bons momentos parece que o tempo corre mais rapido.
Destaquei 2 momentos dos muito bons que vivi.
A música que ficou deve-se a ti minha grande amiga,
quarta-feira, 13 de março de 2013
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