Um ,EXCELENTE , filme de Steven Spielberg ,marcado por uma atuação dominadora de Daniel Day-Lewis, que nos conta a história do 16º Presidente dos EUA, e, particularmente, o homem, o carácter e as crenças por debaixo do cargo.
Um filme que traz aos dias de hoje o retrato de uma figura que se confunde com os ideais de liberdade e democracia.
“ AS COISAS QUE SÃO IGUAIS Á MESMA COISA, SÃO IGUAIS ENTRE SI.”
EUCLIDES
Vale muitíssimo ver!
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domingo, 17 de fevereiro de 2013
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013
In Darkness
"
In Darkness", um filme de Agnieszka Holland, baseado no livro da pequenina sobrevivente Krystyna Chiger (The Girl in the Green Sweater: A Life in Holocaust's Shadow), mostra-nos um lado mais intimista de um assunto já por diversas vezes debatido, mas que muito me interessa.
“Vivemos” a luta pela sobrevivência de um grupo de pessoas que passou mais de um ano a viver nos esgotos. A grande inovação deste filme, em relação a todos aqueles que nos mostram os horrores do holocausto, "A Lista de Schindler" de Steven Spielberg por exemplo, é que nos “mostra” os judeus de forma menos mecânica, não como vítimas robóticas prontas para a morte. Existe egoísmo, falta de consideração de todas as partes, impulsos sexuais aparentemente incompreensíveis e diversos outros elementos que fazem da experiência algo humanamente crível.
Baseado numa história verídica é um filme para SENTIR!
A luz já havia sido esquecida pelos menores, ela causava medo, insegurança. Eles já estavam morbidamente acostumados à escuridão.
Vale ver!
In Darkness", um filme de Agnieszka Holland, baseado no livro da pequenina sobrevivente Krystyna Chiger (The Girl in the Green Sweater: A Life in Holocaust's Shadow), mostra-nos um lado mais intimista de um assunto já por diversas vezes debatido, mas que muito me interessa.“Vivemos” a luta pela sobrevivência de um grupo de pessoas que passou mais de um ano a viver nos esgotos. A grande inovação deste filme, em relação a todos aqueles que nos mostram os horrores do holocausto, "A Lista de Schindler" de Steven Spielberg por exemplo, é que nos “mostra” os judeus de forma menos mecânica, não como vítimas robóticas prontas para a morte. Existe egoísmo, falta de consideração de todas as partes, impulsos sexuais aparentemente incompreensíveis e diversos outros elementos que fazem da experiência algo humanamente crível.
Baseado numa história verídica é um filme para SENTIR!
A luz já havia sido esquecida pelos menores, ela causava medo, insegurança. Eles já estavam morbidamente acostumados à escuridão.
Vale ver!
Lost in Translation
Há filmes que são tão bons de revisitar..."Lost in Translation" uma risonha comédia apátrida. É um filme de momentos singulares e contemplativos.
Um lugar estranho. Um intervalo no fio da narrativa pessoal. O tempo que leva a esboçar um gesto que será percebido por outra pessoa. O intervalo entre falar e ouvir. A falha entre o que sentimos e o que dizemos. A falha por onde se escapam os gestos perdidos.
O amor repara todas as feridas, mas não pode resolver todos os problemas da realidade, por isso o fio da narrativa é retomado e cada um vai enfrentar o que tem de enfrentar da maneira que melhor souber.
No final, "walking back to you was the hardest thing that I could do", sempre fiquei curiosa para saber a resposta dele...
Excepcional! “Lost in Translation” é um filme surpreendente, sem a mínima pretensão de o ser. Um filme que nos obriga a SENTIR.
Excelente banda sonora como nos tem habituado Sofia Coppola ...deixo uma das músicas que mais me marcou...
Um lugar estranho. Um intervalo no fio da narrativa pessoal. O tempo que leva a esboçar um gesto que será percebido por outra pessoa. O intervalo entre falar e ouvir. A falha entre o que sentimos e o que dizemos. A falha por onde se escapam os gestos perdidos.
O amor repara todas as feridas, mas não pode resolver todos os problemas da realidade, por isso o fio da narrativa é retomado e cada um vai enfrentar o que tem de enfrentar da maneira que melhor souber.
No final, "walking back to you was the hardest thing that I could do", sempre fiquei curiosa para saber a resposta dele...
Excepcional! “Lost in Translation” é um filme surpreendente, sem a mínima pretensão de o ser. Um filme que nos obriga a SENTIR.
Excelente banda sonora como nos tem habituado Sofia Coppola ...deixo uma das músicas que mais me marcou...
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